Cientistas atestaram que álcool é 144 vezes mais perigoso que a maconha.

A maconha é cerca de 114 vezes menos mortal do que o álcool, de acordo com os tudos publicados na revista Scientific Reports.

Das sete drogas incluídas no estudo, o álcool foi o mais letal em nível individual, seguido pela heroína, cocaína, tabaco, ecstasy, metanfetaminas e maconha.

Estudos anteriores classificaram consistentemente a maconha como a droga recreativa mais segura, mas não se sabia se a discrepância era tão grande.

Os pesquisadores determinaram o risco de mortalidade comparando uma dose letal de cada substância com a quantidade normalmente usada.

A maconha não era apenas a droga mais baixa testada, mas havia uma lacuna tão grande entre suas doses letais e típicas que eles a classificaram como a única droga de “baixo risco de mortalidade” testada. Todos os outros foram classificados como “médios” ou “altos”.

A MACONHA VEM COM UM BAIXO RISCO DE MORTALIDADE EM COMPARAÇÃO COM DROGAS COMO ECSTASY OU TABACO

Essas descobertas contradizem os esforços das agências de aplicação da lei em todos os país onde ela ainda é proíbida que, apesar dos bolsões de descriminalização (e em alguns casos, legalização), normalmente se concentram fortemente nas prisões relacionadas à maconha.

Os autores sugerem que, com base nos resultados, essas agências se beneficiariam mudando as prioridades das drogas ilícitas e colocando-as em vez de controlar coisas como álcool e tabaco.

Na verdade, os pesquisadores acreditam que a maconha apresenta um risco tão baixo que sugerem uma legalização ampla e regulamentada dela no jornal.

As tentativas de comparar o perigo de drogas específicas têm sido poucas e raras. Só na última década foram feitos estudos para classificar o risco do consumo de drogas de forma qualitativa e quantitativa, segundo os autores. (Eles citam tentativas de indexar a toxicidade ou classificar o dano de certas drogas como exemplos.)

Antes disso, eles afirmam, a avaliação de risco do abuso de drogas era baseada fortemente em evidências anedóticas, o que muitas vezes significava que as decisões políticas eram amplamente baseadas em informações educadas suposições.

Os pesquisadores esclareceram que o estudo não sugere que o consumo moderado de álcool represente um risco maior do que o uso regular de heroína.

As condições ambientais, como agulhas sujas ou suprimentos não regulamentados, contribuem para o dano geral causado pelo uso de uma droga como a heroína. Em vez disso, este estudo foi feito especificamente para medir a mortalidade das próprias substâncias.

*DA REDAÇÃO RH. Foto de David Gabrić no Unsplash.

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