Caso da ginasta americana Simone Biles faz saúde mental virar pauta nas olimpíadas!

Praticamente perfeita, uma das principais promessas ao ouro nas Olimpíadas de Tóquio, Simone Biles vem desistindo de competir as finais. De acordo com informações da comissão americana informou que ela decidiu cuidar da saúde mental e já deixou de participar de outros eventos por conta disso.

De acordo com os principais veículos da mídia internacional e nacional, a atleta tetracampeã mundial, passou por momentos de profundo desgaste emocional nos últimos anos. Polêmicas envolvendo abusos sexuais direcionados ao ex-médico da seleção americana, Larry Nessar, vieram a tona e a própria ginasta veio a público dizer, depois de um tempo em silêncio, que havia sim sido uma das vítimas do ex-médico. Larry foi condenado em 2018.

Em entrevista coletiva, Biles disse que não estava desistindo das competições, estava apenas se resguardando para não sofrer lesões graves, já que uma queda depois de um salto de ginastica olímpica pode vir a ser potencialmente grave.

Ela disse ainda que durante os saltos sentiu que sua noção corporal espacial estava prejudicada devido a problemas de saúde mental. E percebendo isso, decidiu não se arriscar a sofrer uma grave lesão.

“Lutando contra os meus demônios”, como ela mesmo definiu.

A situação de Simone Biles acendeu um alerta mundial para a discussão da saúde mental nos esportes de competição olímpica, e como a pressão pode se tornar nociva e transformar o esporte em algo danoso ao invés de gostoso.

Um exemplo de um bom trabalho em equipe é o da brasileira, que acabou ganhando a medalha de ouro, Rebeca Andrade, de 22 anos, fez história e se tornou a primeira mulher brasileira a vencer duas provas na mesma edição dos Jogos Olímpicos.

Em resposta a mídia que queria saber como ela conseguiu vencer essa pressão, ela respondeu: “Eu sempre dizia pra mim mesma que eu precisava me divertir, se eu não me divertir eu não vou conseguir vencer”.

As finais de solo e trave estão marcadas, respectivamente, para dias 2 e 3 de agosto. A brasileira Flávia Saraiva estará na decisão da trave.

O time americano comunicou: “Continuamos admirados com Simone, que continua lidando com a situação com coragem e graciosidade, e com todos os atletas que se apresentaram durante essas circunstâncias inesperadas”.

A história envolvendo a atleta americana Simone Biles representa um grande marco na história das modalidades olímpicas, em contrapartida a nossa brasileira Rebeca Andrade nos deixou uma grande lição, dizendo que é preciso se divertir, ou seja, se a competição não for um momento feliz e for apenas uma luta de egos e uma pressão desmedida, simplesmente, ela não tem motivo de ser.

Saúde mental não é um assunto que se deva deixar de lado, ela inviabiliza o brilhantismo de qualquer pessoa, inclusive daquelas que acreditamos ser invencíveis.

*DA REDAÇÃO RH. Iara Fonseca, com informações ESPN

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