A chave não estaria na frequência ou eficácia das habilidades para discutir, mas na capacidade de se sentir ouvida e, com isso, satisfeita depois de uma discussão.

Relacionamentos são muito complicados, mas segundo a ciência, casais que discutem mais, possuem mais chance de se harmonizarem e por tanto, as discussões são benéficas para os casais.

De Lucas Rodríguez

A descoberta mais recente foi publicada no Journal of Psychosomatic Medicine, e é algo que, como sempre acontece com a ciência, vai contra todo o senso comum que corre em nossas veias.

Segundo eles, as discussões que acalmem a raiva são saudáveis ​​para casais, mas os estilos de respostas discordantes dentro dos casais podem levar ao aumento do conflito relacional, que, por sua vez, pode minar a saúde a longo prazo.

Casais que discutem mais, possuem mais chance de se harmonizarem e por tanto, as discussões são benéficas para os casais.

Como de costume, as questões que têm a ver com relacionamentos de casais (e até mesmo relações sociais em geral), tem como base o poder da comunicação, onde ambos expõem as suas questões, e ao sinal de que um dos dois está com raiva o outro deve tentar amenizar com o diálogo. Deixar a outra pessoa saber o que está acontecendo dentro de você, como você se sente sobre algo que você fez, como você gostaria que ela mudasse, pode ter efeitos maravilhosos.

Como uma dica, os autores do estudo sugerem que não se trata apenas de deixar as discussões acontecerem. Trata-se também de se colocar em uma posição onde você pode não apenas defender seu ponto de vista, mas também ouvir a outra pessoa.

A chave não estaria na frequência ou eficácia das habilidades para discutir, mas na capacidade de se sentir ouvida e, com isso, satisfeita depois de uma discussão.

Pouco a pouco descobrindo as verdades da vida a dois. Isso é o que diz a ciência.

**Tradução e adaptação Redação Resiliência Humana. Com informações de UPSOCL.

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