Carol Nakamura diz que após 3 anos, filho adotivo pediu para voltar para a mãe biológica: “Escolha dele”

Em uma série de publicações feita em seu perfil do Instagram, a atriz Carol Nakamura falou sobre a decisão do filho adotivo de pedir para morar com a mãe biológica após ficar com ela e o marido por mais de 3 anos.

No dia 1 de junho, a atriz Carol Nakamura contou na sua conta do Instagran, em uma série de stories, que o filho adotivo decidiu voltar a morar com a mãe biológica.

“É a vontade dele, ‘Zezinho’ vai fazer 12 anos, ficou três anos, morou, sempre foi muito amado, e ele tem consciência disso, mas ele quis ir para a casa da mãe dele, porque, gente, olha só, primeiro que ele tem uma mãe biológica, depois que, uma criança que cresce, que nasce e cresce, sem regra, é muito difícil.”

Através dos stories, Carol contou que conheceu Wallace durante uma ação social que fazia no lixão de Gramacho, na região metropolitana do Rio de Janeiro, há três anos. Ao descobrir que ele, então com 9 anos, nunca tinha ido à escola, pediu permissão para a avó do garoto (na época, a mãe não estava presente) se poderia levá-lo para sua casa para que pudesse estudar.

Segundo a atriz, a responsável concordou desde que ele a visitasse regularmente. Carol conta que as visitas aconteciam, inclusive quando a mãe biológica do menino reapareceu.

Nestas idas e vindas, a atriz diz que Wallace tinha entendido que Carol estava com a guarda provisória vencida e só tinha a promessa de uma guarda permanente, que nunca foi concluída. Segundo ela, o garoto começou a pedir para ir para a casa da mãe toda vez que era repreendido, e quando estava lá, por período de quinze dias, não ia à escola.

A atriz conta que foi pega de surpresa pela decisão, já que o garoto demonstrava amor pela família adotiva e sempre tiveram espaço aberto para o diálogo. “Sou uma pessoa que não tem babá, eu sempre cuidei do Wallace, eu lavo a roupa do Wallace, ensino dever de casa, o Guilherme [marido de Nakamura] levava na escola. Somos pais mesmo”, diz no story.

Após a repercussão que teve as suas primeiras postagens, ela veio mais uma vez na mídias comentar sobre o caso.

“Ele é pré-adolescente que não teve educação, não teve regra na infância dele. Então, é óbvio que não se acostumou com isso. Então, por favor, não julguem nunca, em possibilidade alguma, a atitude dele.” .

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Foto: Reprodução/G1

“Adoção é um ato de amor, de carinho, de empatia, de compaixão, de solidariedade, de Deus. Adoção é a coisa melhor que pode acontecer na vida, independente da parte que for difícil, entendeu? O fato de o Wallace ter escolhido ir embora não quer dizer que eu me arrependa, só quer dizer que eu estou triste. Só isso, mais nada. Nunca me arrependi.”

*DA REDAÇÃO RH. Com informações G1

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