“Campeão é aquele que aprende que a derrota não o diminui”, diz tricampeã paralímpica

“A gente se torna campeão quando a gente aprende que a derrota não nos diminui, ela nos acrescenta e muito!”, essa frase dita pela atleta paralímpica Edênia Garcia diz muito sobre o nosso poder de realizar e criar a nossa própria história, independente de como ela se apresenta.

Ela disse isso para uma websérie lançada em 2018, que registrou a trajetória de atletas paralímpicos. Batizada de Mergulho, a produção conta com 25 episódios e foi disponibilizada nas redes sociais da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania. (vídeo a baixo).

O que ela diz nessa série serve de lição para todos nós e merece ser visto por milhares de pessoas.

Infelizmente, eu tenho a impressão que o Brasil só abre as portas para os deficientes, de 4 em 4 anos. Pelo menos, muitas pessoas ficam mais abertas para ouvi-los e para conhecer as suas histórias de vida e de superação.

História dos jogos

No ano de 1948, no Reino Unido, o médico Ludwig Guttmann organizou uma competição atlética para veteranos que haviam perdido o uso das pernas na Segunda Guerra Mundial. A competição ocorreu no mesmo dia da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de Londres.

A primeira participação do Brasil foi nos jogos da Alemanha em 72.

Vemos aí, buscando na história que, precisaram os veteranos de guerra amputados, sobreviventes do caos que a sociedade vivia se organizarem para os deficientes começassem a serem reconhecidos e vistos como parte integrante e ativa na sociedade.

Exclusão e inclusão

Fico me perguntando: Será que não existiam deficientes antes de 1948? Pessoas que nasciam com limitações, ou que as desenvolviam em algum acontecimento da vida? É óbvio que pessoas com deficiência sempre existiram, porém, elas eram excluídas e viviam à margem da sociedade, que não oferecia a elas qualquer visibilidade.

Será mesmo que a sociedade só olha para as pessoas com deficiência de 4 em 4 anos quando os jogos estão no ar? A verdade é que o cenário que esses atletas enfrentam é muito desafiador.

Websérie

Para levar ao conhecimento do grande público essas histórias, em 2018, a Rede Nacional do Esporte lançou a websérie ‘Ninguém Nasce Campeão’ com 21 histórias de atletas do nosso Brasil; narrativas de quando eles ainda não almejavam uma projeção no esporte.

Vale muito a pena assistir para se conectar e ter empatia, e principalmente, para se mirar no exemplo de garra, força e vontade de viver que todos eles possuem.

Em um trecho da web série a Edênia Garcia, tricampeã mundial dos 50m costas na classe S4, diz uma frase que desperta muitos do sono profundo do preconceito e da separação ou exclusão que a própria tentativa de inclusão acaba causando.

Na primeira competição que Edênia participou ela voltou com 7 medalhas de ouro, mas você conhece Edênia? E tantos outros atletas?

A história de vida dela deixa qualquer um impressionado. Mas com muita humildade ela diz: “O campeão é aquele que na vitória e na derrota se comporta igual porque ele já é campeão, ele não se torna quando ganha uma medalha, ele tem por dentro isso”.

E ela continua dizendo:

“A gente se torna campeão quando a gente aprende que a derrota não nos diminui, ela nos acrescenta e muito!”

Assista:

*DA REDAÇÃO RH. Com informações Rede Nacional de Esportes.

Você também é um campeão! Você já venceu só pelo fato de estar vivo e respirando nesse momento! Faça a sua vida valer a pena!

Ah, e vamos olhar com mais gratidão e empatia para tudo e para todos!

Muitas pessoas possuem talentos incríveis, mas não acreditam em si mesmas, e acabam não conquistando tudo o que poderiam. Portanto, olhe para si mesmo com carinho, e passe a olhar para todas as outras pessoas, por mais diferenças que elas tiverem com mais amor.

Todos temos o que acrescentar no mundo, nós só precisamos acreditar que já nascemos campeões!

Diante dessa verdade, saímos sempre para a luta com a postura de um vencedor porque jamais desistimos e continuamos resilentes na direção da próxima conquista.

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