Às vezes mudamos tanto para agradar aos os outros, que em uma noite qualquer, acabamos sentindo falta de nós mesmos…

E lá vêm aqueles questionamentos mais íntimos e secretos que só somos capazes de falar trancados no nosso quarto ou em frente ao espelho do banheiro.

Aí questionamos tudo, cores, músicas, sonhos, atitudes e mil gritos contidos na garganta vem à tona… daqueles só conseguimos colocar para fora criando um oceano de lágrimas ou com versos e prosas que deixamos escondidos em nossos diários secretos, em enigmas ocultos em nosso subconsciente, que tentamos o tempo todo brigar com as verdades que deixamos passar despercebidas.

Para não criar guerras extras, elas se tornaram guerras internas, as quais você não consegue determinar, onde começou o furacão e muito menos onde vai parar…

Quero fazer a você um pedido; não se contente em ser brisa se nasceu para ser furacão! Não bata de frente consigo, isso é prejudicial à sua saúde e ao seu amor-próprio.

Se estiver jogando e não achar que tem as cartas certas para vencer, não se sinta intimidado (a) com isso, vire a mesa de jogo, siga seu caminho você não é obrigado a vencer sempre.

Se não consegue nadar no mar de emoções, crie um maremoto e se permita chegar à beira da praia, sem se importar com o estrago feito. Quem estiver do seu lado tem que ser bom marinheiro, para lhe seguir e não se afogar.

Faça algo que lhe pareça estranho e medonho todos os dias, isso vai tirar você da sua zona de conforto.

Desafie a si mesmo a ser cada dia melhor em tudo que lhe traz euforia e felicidade, grite consigo pelo menos duas vezes ao dia, pode um: “É isso menina parabéns!” Ou uma bronca tipo: “De novo? Vai repetir esse erro?”

Peça a si explicações de alguns dos seus atos, repita em voz alta o que lhe falta, o que lhe dói, o que você deixou de fazer. Pergunte a si mesma se está cuidando da sua aparência, faça a si mesma mil críticas e elogios, mas não se permita desistir de algo que o(a)faça sorrir.

Não há nada mais cruel do que se deixar esquecer, perder-se ou se anular ao ponto de um dia acordar, no meio de linda manhã de domingo e precisar voltar para cama e para seus sonhos, pois a realidade do mundo aqui fora, já não lhe parece tão desafiante.

Não esqueça o quanto o mundo precisa da sua diferença, da sua eloquência, sua insanidade, daquela liberdade de escolha, que o(a) faz ser em bilhões de outras pessoas, uma nova e melhor versão de si mesmo(a) faz o som sua respiração ofegar ou suspirar, a doce sensação de pode salvar o dia daqueles,que só precisam de um sorriso seu para ter a certeza de dever cumprindo, pois você espalhou alegria e felicidade ao mundo.

E fazendo isso, seu mundo de fora se une ao de dentro, formando uma identidade que é lhe íntima e particular, pois você é única pessoa capaz de se entender, a única a quem pertence e ficará consigo mesmo em todos os momentos do seu viver.

Você pode ser única e permanente para o que é agora e para o quiser ser no seu futuro. O tempo que você dá ou recebe de alguém é você quem determina, pois a vida é ação com infinitas modificações constantes… ou você está indo ou você está vindo de algum lugar e aqueles que cruzam nosso caminho, só devem observar a nossa chegada e partida de suas vidas.

O tempo disso é determinado por ações, atenções e sentimentos. Então, para que mudar tanto ao ponto de ser perder, se não ficamos no mesmo lugar para sempre?

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Sempre que perguntam como ela se tornou escritora, Mariah responde: “Escrever livros é uma benção, um milagre. Livros é a forma que Deus deixou para que pessoas mais sensíveis conseguissem se comunicar com seu mundo interior e exterior, buscando ter uma vida cheia de sentimentos e verdades, ao qual nunca saberemos ao certo o que é realidade e o que é fantasia, mas feliz em saber que sua mensagem será entregue ao mundo mesmo depois que deixar de existir.”