Por um momento eu me questionei: como pode ser amor se estou abrindo mão? como posso amar alguém se estou tendo que ir embora?
a resposta veio quando olhei pro espelho e pra dentro de mim:
a gente vai embora não por deixar de amar alguém, mas pra não perder o amor por nós mesmos. ninguém dorme amando alguém e acorda deixando de amar. a distância, a falta, a irresponsabilidade, tudo isso machuca. essas coisas afastam o amor.
e aos poucos ele se transforma em algo que não vale mais a pena ser sentido ali. naquela relação. com aquela pessoa. então você parte. mas não por essa ser a sua vontade, e sim, por parecer ser a coisa mais certa.
é que quando você descobre a leveza que o amor é capaz de proporcionar na tua vida, de dentro fora do teu corpo, você entende que não precisa se submeter a qualquer relação que te tire a paz. e é por isso você vai embora. mesmo amando.
e é assustador quando chega o momento em que você percebe que não ama mais aquela pessoa que por tanto tempo, achou que fosse o amor da sua vida. ou pior, que ainda ama, mas não dá mais. é incrível como as coisas mudam, como o amor muda, nem sempre a gente fica com ”o amor da nossa vida”, um dia a gente percebe que amores da vida não doem.
e você vai entender o significado do amor quando precisar recolher o seu e seguir a sua viagem. sozinho. mesmo sem deixar de querer, mas precisar não querer mais porque dói ficar, dói querer, dói continuar amando aquela pessoa. a dor de partir parece melhor. e às vezes é.
Existe uma queixa comum entre quem gosta de cinema: faz tempo que não aparece um…
Quem já precisou contar centavos no fim do mês sabe o peso que a dificuldade…
O dia em que Isabela desapareceu começou como qualquer outro dia de férias. O sol…
Microempreendedores individuais (MEIs) ganharam novas perspectivas para reorganizar as finanças e investir no próprio negócio.…
A eleição presidencial de 2026 terminou com um resultado definido nas urnas, mas a disputa…
Perder a pessoa com quem se dividiu anos de histórias, rotinas e silêncios é uma…