Ninguém é o mesmo depois de amar. Há quem ame depois de uma longa amizade, há quem sinta o maior amor do mundo no segundo em que os olhares se cruzam, há quem ame intensamente por uma noite e acorde indiferente. É tudo amor. É tudo para sempre.
O amor acontece quando os caminhos se encontram. Se eles vão permanecer juntos por quilômetros, alguns passos ou só um atalho, não importa. A união aconteceu. A entrega aconteceu. O amor, ah… o amor aconteceu.
Se esse amor, louco amor, vai durar um beijo, uma noite, uma saudade ou uma vida inteira, é assunto para depois. E o amor não tem depois. Não tem passado, nem futuro. Como verbo, amor só se conjugaria no presente.
O futuro do amor é a lembrança. É a certeza de que valeu a pena, de que a entrega aconteceu, de que não foi em vão. Nenhum amor termina. Todo ele se transforma. Não há resíduo, não há sobra, não há lixo.
O amor é energia pura, limpa. Todo o amor metamorfoseia em lembrança e a partir daí é feliz para sempre.
Só quando quem ama para de tentar mudar o amor e entende que ele vai – leve, devagar, sutil – se transformar numa lembrança bonita, ele deixa de doer. O amor não foi feito para machucar. Foi feito para viver. Dure ele um segundo, um minuto ou uma vida.
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