Por: Fabrício Carpinejar
Não há maior alegria quando você se vê numa relação com lealdade, com fidelidade, com cumplicidade, com confiança, com intimidade, onde o casal gosta de conversar e dar notícias de si, sem perder tempo sofrendo com fantasias de ciúme e desesperança, sem sofrer com as suspeitas e o nervosismo da falta de resposta.
Não há maior dádiva do que querer estar ali e querer estar com aquela pessoa, e não desejar mudar mais nada: lugar e tempo certos dentro do respeito, da gentileza e do cuidado.
Não há maior conforto do que trabalhar sem pânico de perder alguém. Mesmo longe, não se sentir ameaçado: o outro sai de casa e volta com o mesmo caráter.
É quando o amor construído é tão natural, que parece que foi assim sempre.
Obrigado, Beatriz, por me ensinar a não amá-la com o meu egoísmo, com a minha vontade de ser feliz a todo custo, querendo lhe tirar do mundo para contar com a sua exclusividade. Obrigado por me ensinar a amar bonito, não de qualquer jeito.
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