“Ali onde chorei, qualquer um chorava, a volta por cima que dei, quero ver quem dava”

Luciano Cazz

O mais importante é o que fazemos com o mal que fazem com a gente. Por isso, não se deixe derrubar por um tropeço. Pelo contrário, use-o como impulso.

“Ali onde chorei, qualquer um chorava, a volta por cima que dei, quero ver
quem dava”

Quem nunca levou uma rasteira ou foi traído por alguém?

Quem nunca teve o coração partido, esmagado por aquela pessoa que tanto amava?

Quem nunca se iludiu com uma mudança, um emprego e até um sonho e teve as expectativas frustradas, trituradas?

Sim, TODOS NÓS já passamos por desilusões baratas, decepções dolorosas e tombos que nos deixaram bastante machucados a ponto de querer ir embora, desistir de tudo.

Algumas dessas experiências nos jogam no chão ou na cama por dias, meses, matam até a última esperança na civilização, quiça na existência.

Somos humanos e passíveis de sentimentos.

Essa sensibilidade frágil dói mesmo, e muito, quando levamos uma pancada no estômago, da vida.

Mas isso é imutável.

Não podemos evitar que as pessoas sejam egoístas, interesseiras, traiçoeiras e malvadas.

Não temos o controle sobre suas escolhas e atitudes, sobre sua ingratidão com nossos bem-feitos.

Nem com as mentiras que insistem em contar ou com as intrigas que geram com fácil crueldade.

E acontece diariamente.

É parte do mundo em que vivemos e nunca poderemos forçar alguém que não liga para nossos sentimentos a nos fazer bem.

Entretanto, podemos fazer de uma experiência negativa um grande aprendizado. Como?

Reavaliando nossos passos, quais foram em falso, quais foram acertados e levar para as próximas vivências.

Precisamos fazer um mea-culpa, aceitar nossos erros ou a nossa ingenuidade por confiar em quem não devia.

Isso é garantia de que não nos farão mal novamente? Não, não é. Porque como já dito não controlamos o comportamento das pessoas.

Porém, podemos aprender com a queda e nos tornar mais fortes, mais resilientes e, em vez de cair em depressão por causa dos outros, dar a volta por cima e mostrar com um ímpeto seguro e um caráter generoso quem é quem.

Então, quando alguém lhe fizer mal, não fique mal, não dê esse gostinho ao seu inimigo, porque a pessoa que lhe feriu, por si só, já é inferior.

E não há nada que você possa fazer em relação a essa realidade já consumada. Apenas agarre essa superioridade da sua alma. Segure firme nos seus valores.

Seja pura determinação e dê o troco através dessa pessoa fantástica dentro de você, sendo MUITO FELIZ. Porque cada alegria vivida após uma decepção é um tapa de luva de pelica em quem nos fez mal.

Cada sonho realizado é uma facada nos corações maldosos, nas mentes perversas e nos sujeitos infelizes.

Quando uma pessoa lhe faz mal, revela o desvalor dela mesma, não o seu.

Portanto, não se deixe entristecer, sinta orgulho de si mesmo por ser incapaz de fazer tal maldade, então, levante, sacuda a poeira e vire a mesa sem jamais esquecer dessas palavras:

“Ali onde eu chorei, qualquer um chorava, a volta por cima que dei, quero ver quem dava.”

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Luciano Cazz
"Luciano Cazz é publicitário, ator, roteirista e autor do livro A TEMPESTADE DEPOIS DO ARCO-ÍRIS." Quer adquirir o livro? Clique no link que está aí em cima! E boa leitura!