A cultura do desrespeito aos idosos é a prova da ignorância humana!

Não gosto de piadas com pessoas idosas, inclusive, acho uma ignorância e isso, tem uma explicação científica.

A inteligência está relacionada à prevenção, ao abstrato, imaginação, planejamentos futuros. Quando “zombamos” dos idosos, não estamos sendo inteligêntes, já que, estamos influenciando uma cultura de desrespeito aos mais sábios e experiêntes.

Alguns de nós, se tivermos a sorte e o merecimento, seremos idosos um dia.

Não respeitar e não admirar um idoso, seria o mesmo que não ter a capacidade de admirar e respeitar a si mesmo, já que, se tudo der certo, você será um idoso também, em breve.

Pessoas idosas tem uma arma extremamente significativa para o desenvolvimento da inteligência, a experiência, que desenvolve a cognição e, mesmo que em alguns casos exista uma degeneração neuronal natural, eles sempre terão uma sabedoria que os mais jovens não terão.

Eu gosto muito de ouvir os mais idosos, saber da sua experiência, tento “absorver” os seus conhecimentos, pois conhecimento nunca é demais.

Cada um tem a sua história e, todas, são sempre magníficas, nos enriquecem de alguma forma.

Algumas são mais recheadas de detalhes e outras menos, não importa, são histórias e servem de lição, aprendizagem, para que possamos ser mais assertivos em nossas próprias vidas.

Converso com o meu pai, de 80 anos, com a minha mãe de 76, sempre há novas histórias e lições, observo o que fizeram de certo para fazer igual e no que erraram para que eu possa não repetir os mesmos erros, acho que é esse o segredo.

Os idosos são como um livro de lições que nos ensina como ser melhores, para que não cometamos os mesmo erros que eles já vivenciaram.

Não devemos olhar para eles como pessoas que já tiveram a chance e agora nada mais acrescentam, essa atitude é uma prova da ignorancia humana.

Precisamos olhar para os idosos com reverência e agradecimento, assim, saíremos desse estado de ignorância e passaremos para um novo… repleto de sabedoria.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Fabiano de Abreu Rodrigues, PhD, neurocientista, neuropsicólogo, biólogo, historiador, jornalista, psicanalista com pós em antropologia e formação avançada em nutrição clínica. PhD e Mestre em Ciências da Saúde nas áreas de Psicologia e Neurociências pela EBWU na Flórida e tem o título reconhecido pela Universidade Nova de Lisboa; Mestre em Psicanálise pelo Instituto e Faculdade Gaio/Unesco; Pós Graduação em Neuropsicologia pela Cognos em Portugal; Pós Graduação em Neurociência, Neurociência aplicada à aprendizagem, Neurociência em comportamento, neurolinguística e Antropologia pela Faveni do Brasil; Especializações avançadas em Nutrição Clínica pela TrainingHouse em Portugal, The electrical Properties of the Neuron, Neurons and Networks, neuroscience em Harvard nos Estados Unidos; bacharel em Neurociência e Psicologia na EBWU na Flórida e Licenciado em Biologia e também em História pela Faveni do Brasil; Especializações em Inteligência Artificial na IBM e programação em Python na USP; MBA em psicologia positiva na PUC. Membro da SPN – Sociedade Portuguesa de Neurociências – 814; Membro da SBNEC – Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento – 6028488; Membro da FENS – Federation of European Neuroscience Societies – PT 30079; Contato: [email protected]

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Fabiano de Abreu Rodrigues é psicanalista clínico, jornalista, empresário, escritor, filósofo, poeta e personal branding luso-brasileiro. Proprietário da agência de comunicação e mídia social MF Press Global, é também um correspondente e colaborador de várias revistas, sites de notícias e jornais de grande repercussão nacional e internacional. Atualmente detém o prêmio do jornalista que mais criou personagens na história da imprensa brasileira e internacional, reconhecido por grandes nomes do jornalismo em diversos países. Como filósofo criou um novo conceito que chamou de poemas-filosóficos para escolas do governo de Minas Gerais no Brasil. Lançou o livro ‘Viver Pode Não Ser Tão Ruim’ no Brasil, Angola, Espanha e Portugal.