Lidar com pessoas com transtorno de ansiedade requer paciência e respeito

Resiliência Humana

Nervosismo, esgotamento físico e mental, suor e ritmo cardíaco acelerado são apenas alguns dos sintomas mais comuns de uma crise gerada por transtorno de ansiedade. A doença afeta não somente o paciente, como também pessoas próximas que acompanham de perto o sofrimento do outro.

O tratamento contra a ansiedade é multidisciplinar, ou seja, exige introdução de medicamentos e terapia com psicólogos, por exemplo. E o apoio de familiares, amigos e parceiros afetivos é fundamental para a superação do problema.


Como ajudar alguém com transtorno de ansiedade

Com tratamento adequado, a ansiedade pode ser aliviada e até mesmo curada. Quem convive com uma pessoa que sofre com o transtorno precisa saber que o paciente precisa ser respeitado, ouvido e não ter seus sentimentos minimizados ou desvalorizados. Portanto, ter sensibilidade é essencial no processo.

Com afeto e paciência é possível fazer com que a pessoa que sofre de ansiedade encare as coisas com mais clareza. É preciso entender que a desordem mental afeta os pensamentos e as ações do paciente, que não pode ser responsabilizado pelos incontroláveis sentimentos ruins.

Cuide da pessoa sem que ela sinta que você está realizando um trabalho, ou seja, transmita a mensagem de que o tratamento é afetuoso, voluntário e não feito por obrigação. Mostre para o indivíduo a importância das pequenas coisas, sem dizer que as reações dela são exageradas.

Procure manter sempre a calma e não se deixe levar por possíveis comportamentos agressivos ou de rejeição do paciente. Entenda que ele pode estar, mesmo que inconscientemente, “testando” seu amor e suas intenções.

Por fim, não desista da pessoa. Faça com que ela entenda que precisa de ajuda e de apoio e que você está por perto quando ela precisar. Transmita sensação de segurança que, em muitos casos, é mais importante do que qualquer medicamento.

O que é a ansiedade?

A ansiedade está ligada a pensamentos e sentimentos de preocupação, mesmo quando não existe uma ameaça aparentemente real ou próxima.

A antecipação imaginária de uma situação desconfortável causa confusão mental e percepção equivocada da realidade, superestimando supostos perigos e subestimando a capacidade do indivíduo de agir e lidar com determinada questão.

FONTEVix
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