Devemos pagar o mal com o bem e toda a energia negativa que se inclina para o outro, só pode voltar para si mesmo.

Iara Fonseca

Quando uma pessoa dispara farpas em formas de coração… Sutis palavras com sorrisos que não demonstram suas reais intenções. Atitudes comedidas, rasteiras, pouco a pouco, na paciência de quem já tem a prática de fazer o mal e sabe como persuadir.

Quando uma pessoa acorda pela manhã mancomunando um jeito de prejudicar uma outra pessoa, ou interferir em coisas e pessoas que estejam diretamente ligadas a ela, apenas pelo prazer da gargalhada que dará em ver aquela “que ela não gosta” ser humilhada ou desacreditada… Quando uma pessoa tem a capacidade de mover e modificar o que foi dito para se passar como melhor do que a outra… Quando a outra incomoda tanto mesmo sem fazer nada… Quando tudo que é da outra precisa ser destruído para ela se sentir bem… Quando o coração já não vê sentido em nada, simplesmente critica tudo e a todos como se só ela fosse inteligente e perfeita… Destila o seu veneno e, muitas vezes, na maioria das vezes, consegue atingir o seu objetivo.

Mas como eu sei que a felicidade verdadeira não é desse mundo… Como eu sei que todos os nossos pensamentos e atos estão sendo muito bem vistos por uma energia maior que criou tudo isso… Apenas rezo para que o veneno não mate a ela própria.

Rezo para que ela tenha alegrias na vida e que através dessas alegrias comece a desejar apenas o bem para as pessoas, principalmente para aquela que ela não gosta, sem ter motivo algum para isso. Rezo, pois essa é a minha arma sem pólvora, porque aprendi, desde muito pequena, que paga-se o mal com o bem e toda a energia negativa que se inclina para o outro, só pode voltar para si mesmo.

Ninguém deve se sentir bem com a desarmonia do outro, mesmo que esse outro queira verdadeiramente te ver dentro de um buraco escuro rodeado de ratos. A infelicidade do outro contribui para um descontentamento geral, aquele que não está bem com ele próprio, contamina outros que não possuem segurança suficiente e nem convicções morais.

Por tanto, desejo que essas pessoas que se especializam em fabricar venenos e os manipulam em doses homeopáticas, recebam, neste momento, as bençãos de Deus e sintam verdadeiramente o meu amor e a minha energia positiva sendo enviada diretamente para os seus corações.

Desejo que tenham um lindo dia e que consigam perceber os pequenos presentes divinos que recebemos diariamente!

Que percebam também que para terem o seu espaço ao sol, não precisam mais retirar de nenhuma pessoa o seu brilho, pois o “sol nasce para todos”… Então… nesse dia, desejo sinceramente que o sol nasça para “essas pessoas” e para todas as outras que leem esse texto, mas não se enquadram nele.

Que a luz permaneça em seus corações e que desta forma não sejam mais capazes de manipular venenos, mas sim, possam produzir remédios para a própria alma e para as almas das pessoas ao seu redor!

Que assim seja!

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Iara Fonseca
Jornalista, poeta, educadora social, fundadora e editora de conteúdo do Rede de Ideias: PRODUÇÃO DE CONTEÚDO. Seu interior é intenso, sempre foi, transforma suas angustias em textos que ajudam muito mais a ela própria do que a quem lê. As vezes se pega relendo seus textos para tentar colocar em prática aquilo que, ela mesma, sabe que é difícil. Acredita que viemos aqui para aprender a ser, a cada dia, um pouco melhor, para si mesmo, e para o outro!

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